O dia em que parei de paquerar apps

Faz um ano que larguei meu vício. Ainda me lembro bem: em um sonho, eu gritava desesperadamente “eu não aguento mais o Tinder!”. Assim que acordei, terminei com ele. Devo também confessar minha infidelidade: eu não estava paquerando apenas o Tinder, mas outros apps de relacionamento. Porque o Tinder não me dava suficiente atenção e... Continuar Lendo →

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Mulher de coração

Quero escrever, quero falar, quero gritar sobre este tema, E esse é exatamente o problema: Ela não deve, ela não ousa, ela não sabe o quanto sofre Por não ser tudo o que pode. Ela é bela, ela é feia; ela é bruxa e é princesa. Ela é doce e é grosseira. É sorriso e... Continuar Lendo →

Culpa  

Nossa culpa nasce já na barriga da mãe. Causamos dor, desconforto, enjoo, às vezes até raiva a quem nos concebeu, ocupando seu ventre como um corpo estranho durante nove meses. Impusemo-nos a ela, sem mesmo saber se queríamos. Nos casos mais felizes, ela e o pai também queriam, muito; tanto que aquelas sensações desagradáveis pouco... Continuar Lendo →

Quando ele volta?  

Entre esperança, expectativa e ilusão há grandes diferenças. Eu não sei quais são; o Google não colaborou com minha busca. Queria mesmo saber se, e quando, ele volta. Na falta de vidência, queria entender a diferença entre saber se e saber quando ele volta. O Google não tem todas as respostas. Ninguém tem. Só resta... Continuar Lendo →

Do fardo da cruz ao fado da criação

Jesus pendurado na cruz foi uma jogada de marketing genial. Deus sabia o que fazia, ainda mais quando pintou a pele de seu filho árabe de branco e seus olhos de azul. Nenhuma outra marca conseguiria criar nada melhor: nem o “just do it” da Nike, nem a maçã do pecado da Apple. Afinal, nem... Continuar Lendo →

Crônica de um Amor anunciado

Na semana em que o matariam, Amor deu voltas na quadra. Duas quadras em direção do oceano; três quadras em direção ao fim. Amor amava mas não queria, não sabia que queria; queria não sabê-lo. Pois Amor já fora dor, já fora ardor; descansar era sua sina. Só que Amor, que amara e agora amava,... Continuar Lendo →

Risco de vida

A vida é a certeza da morte. Uma relação é a certeza da separação. A existência é a certeza de transformação. O que fazemos no entremeio, do nascimento à morte individual e de uma relação, é duvidar. É apegar-nos ao ceticismo a essas certezas. Apegar-nos à ilusão de que podemos evitá-las, mudá-las ou, ao menos, abrandá-las.... Continuar Lendo →

Prendeu

Prendeu. Prendeu a esperança, prendeu a vitória, prendeu. Prendeu o sonho, prendeu a realização, prendeu. Prendeu milhares de cabeças livres a pensar, prendeu. Compreendeu. Compreendeu que a esperança não se deixa vencer, compreendeu. Compreendeu que o sonho nunca é em vão, compreendeu. Compreendeu que milhares de cabeças são livres a pensar, compreendeu. Aprendeu. Aprendeu a... Continuar Lendo →

Querida carência

“Eu queria ter alguém que me escolhesse” “Eu queria ter alguém que se importasse comigo” “Eu queria ter alguém para me abraçar” Eu também era carente. Eu também esperava que surgisse alguém para me fazer mil coisas que pareciam tão simples: alguém que me achasse especial. Eu era tão humilde que as novecentos e noventa... Continuar Lendo →

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